Não sei se choro, ou se dou risada da vida, que ironia...
As vezes me pergunto, a vida é minha porque eu a faço assim, dura de viver?
Talvez se eu planta-se algumas flores,
Rega-se algumas arvores
Colheria frutos bons e flores perfumada
Mais não consigo esperar os frutos vingarem
Meu tempo é agora
Meu futuro é todo o tempo
Não sou capaz de sofrer hoje
Esperando o amanhã feliz.
30/06/2009
21/06/2009
Queria mentir
Eu queria escrever algo bem feliz, mais meu coração não me deixa mentir, queria poder dizer que meus campos estão floridos, que meus passaros cantam, mais uma borracha apagou tudo isso, o real está destruindo o meu imáginario, e eu estou desaparecendo, sou uma estranha me habitando, meu tudo se fez nada, meus grandes sorrisos foram trocados por goteiras que despencam dos meus olhos. Mais a vida segue adiante, e vivo esperando o sol nascer.
09/06/2009
...
Será eu o criador
De uma estória entre historias
Fantasias da realidade mórbida
Onde morrem a toda hora
Sonhos sem paixão.
De uma estória entre historias
Fantasias da realidade mórbida
Onde morrem a toda hora
Sonhos sem paixão.
27/05/2009
26/05/2009
Ao meu irmão Ryan
22/05/2009
19/05/2009
17/05/2009
Palavras
15/05/2009
Sem Jogos

Engasgo-me com meus atropelos
Sonho dormido acordou
Lagrimas escorrem das nuvens
Quem amou
Desaguou no rio e caiu no mar
Eu vou assim mesmo
Em busca de dias melhores
Abandono minha solidão
Nos cantos de qualquer canção
A vida não é como se almeja
Ela mora no nosso escondido
De onde brotam o sentir
Todo mal tem um fim
Toda dia é um pouco feliz
Eu sigo buscando eu
As cartas estão na mesa
E eu não sei jogar a vida.
Sonho dormido acordou
Lagrimas escorrem das nuvens
Quem amou
Desaguou no rio e caiu no mar
Eu vou assim mesmo
Em busca de dias melhores
Abandono minha solidão
Nos cantos de qualquer canção
A vida não é como se almeja
Ela mora no nosso escondido
De onde brotam o sentir
Todo mal tem um fim
Toda dia é um pouco feliz
Eu sigo buscando eu
As cartas estão na mesa
E eu não sei jogar a vida.
12/05/2009
Delírio
Talvez eu viva mesmo
Em um mundo à parte
Nos meus sonhos nublados
Nas noites de chuva
O real assusta
Fere-me
Deixo-me desabar no irreal
Vivo dos contos
Dos cantos
Dor alivia cedo
As flores nascem ao amanhecer
Durmo sem horas para acordar
Para eternizar meu sonho
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