20/03/2014

Voz da saudade





Saudades, bem sei
Conheço esta desde alma
Invadi seu mais intimo labirinto 
Escondidos atrás das armaduras.

Degustei do seu mais doce mel 
Mergulhei no teu breu
Visitei a solidão
Outrora provei sua mansidão.

Suas estórias e historia
Campos hoje cidade de pedras
Crianças,  hoje velhos
Amores tão distantes.

O tempo furta tudo
E a saudade tem muito o que contar
Basta entregar-se os ouvidos

A saudade põe-se a sussurrar.

2 comentários:

Patricia Galante - Psicologa disse...

Lindo poema... pena que as vezes a saudade não se contenta em sussurrar e põe-se a gritar!!!!

Marcos Serafim disse...

Coisa mais linda! Como é bom encontrar poesias como esta, que vão direto à alma, sem barreiras. Parabéns!